terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Mariano Azuela....


Fue su obra escrita referencia, testimonio y legado del estallido de la Revolución Mexicana. Mariano Azuela nació el 1º de enero de 1873. Fue un médico y novelista mexicano originario de Lagos de Moreno, Jalisco. En Guadalajara se tituló como médico cirujano para regresar, en 1899, a Lagos de Moreno, donde adquirió una botica y más tarde contrajo nupcias con Carmen Rivera. Su carrera como médico se vio siempre superada por su amor a las letras. Como escritor alimentaba su espíritu con lecturas de novelistas franceses. Durante los primeros años de 1900 escribiría textos significativos: María Luisa (1907) y Los fracasados (1908), hasta que en 1909, con Mala yerba, considerada su primera obra importante, daría destellos de su literatura contestataria y de denuncia; en ella deja ver la corrupción de hacendados y autoridades. Se unió a las filas maderistas y fue jefe político de Lagos. A la muerte de Madero, y perseguido por los huertistas, se unió a los villistas. Sus experiencias militares y el panorama revolucionario sentaron las bases de su obra más reconocida: Los de abajo (1915), la que lo convertiría en el máximo exponente de la novela de la Revolución Mexicana. Al caer Villa, Azuela vivió un periodo en El Paso. Para 1916 regresó a la ciudad de México a ejercer la medicina. Este periodo es el que se reconoce como su estadía en el realismo; el escritor hizo descripciones del ambiente y lo que en su entorno sucedía visto desde un enfoque más disciplinado. Los de abajo, publicada primero como folletín en Texas, fue acorde a los agitados primeros años de la Revolución. Con esta obra se inauguró un nuevo estilo en el que destacan “los cuadros rápidos, violentos y realistas. En ella predominan el caos, la cólera y el afán de venganza”. Por su carácter testimonial, la novela se considera referencia obligada para conocer los hechos del movimiento armado y un escrito abiertamente opuesto a la dictadura Huertista. Los de Abajo La historia de Demetrio Macías pudo ser la de muchos otros campesinos involucrados en el movimiento por disturbios internos mas que por ideales establecidos. Un conflicto con un cacique arrastró a Demetrio a la Revolución. Fue esto la punta de lanza para que el campesino y sus amigos confrontaran al ejército federal, y Demetrio fraguara una venganza contra el cacique. Zacatecas y Jalisco son los escenarios de esta andanza revolucionaria. Mariano Azuela escribió novelas, cuentos y relatos; cultivó, también, el ensayo y adaptó al teatro algunas de sus obras. Su trabajo literario da cuenta de la sociedad mexicana de la primera mitad del siglo XX entre la Revolución, las injusticias y el panorama después del conflicto. En 1924 se reconoció el valor de la novela Los de abajo, lo que dio pie a la fundación del ciclo “La novela de la Revolución”; de esta corriente destacan otras piezas clave como Pedro Páramo (1955) o La muerte de Artemio Cruz (1962). Los de abajo sigue considerándose la novela de la Revolución por excelencia y un clásico de la literatura mexicana. Ha sido traducida a diversos idiomas, y tiene, en español, más de un millón de ejemplares vendidos. Mariano Azuela publicó un total de 22 novelas, además de cuentos, relatos y ensayos. Entre los reconocimientos que recibió destacan el Premio de Literatura otorgado por la Sociedad Arte y Letras en 1942, y el Premio Nacional de Artes y Ciencias en 1949. Fue miembro fundador del Seminario de Cultura Mexicana y de El Colegio Nacional, en 1943. En esta última institución impartió una serie de conferencias sobre novelistas franceses, españoles y mexicanos, parte de cuyo material le serviría de base para componer el libro Cien años de novela mexicana (1947). Obras como Los de abajo, Los caciques, Pedro Moreno y El desquite dieron lugar a otras tantas escenificaciones. Al final de su vida publicó varias novelas realistas: Regina Landa (1941), Nueva burguesía (1944), La marchanta (1944), La mujer domada (1946) y Sendas perdidas (1949), su última novela. Son póstumas Esa sangre (1956) y La maldición(1955). Mariano Azuela tomó posesión como Miembro Fundador de El Colegio Nacional el 15 de mayo de 1943. Murió el 1º de marzo de 1952 en la ciudad de México; sus restos descansan en la Rotonda de los Hombres Ilustres del Panteón Civil de Dolores de la ciudad de México. - See more at: http://culturacolectiva.com/mariano-azuela-el-hombre-quien-hizo-literatura-la-revolucion/#sthash.4hb32cdD.dpuf

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

a esperança como bandeira... dom Helder Câmara!!!


D.Helder, um intenso semeador das sementes de Cristo, nos tocou porque sua vida foi a quebra de todos os limites, para que a justiça, o amor e a esperança estivesse presente, viva dentro do povo... desse povo que carrega o peso da opressão, injustiça, da fome, do medo, da desesperança.
Sua caminhada nos dá um tom de luta intensa, que não recua, vai adelante embora se apresentassem dificuldades inimagináveis que intentam te fazer perder energia, foco e persistência.
Um traço que nos trouxe muita reflexão foi para o fato de não confundir o tom de sua luta com dualidades entre o que determinava como certo e errado; não se enquadrou no partidarismos, ou disputas sobre quem portava a verdade divina (acredito que isso lhe deu uma clareza imensa do trabalho), inclusive não julgava, ou emitia uma opinião antes de conhecer a situação, como exemplo de quando o AI-5 foi instituído no país e legalizou uma série de medidas arbitrarias (como o fechamento do Congresso Nacional e a censura) ao qual não o apoiou ou rechaçou de início, somente após um curto espaço de tempo, que o fez colocar forças no apoio aos manifestos e manifestações da sociedade brasileira. (cumpre destacar que em 13 de dezembro desse ano se completou 45 anos desde a emissão dessa barbárie).
Como justificativa da observação, Dom Helder afirmou:
“todo preconceito é fraqueza intelectual, ou primarismo cultural”.
Ou seja, conheçamos antes de tudo... e não discriminemos.
Apesar das lutas que foram travadas dentro do governo (lembramos que os militares tentaram por diversas vezes “calar” a voz desse revolucionário), o trabalho não parou e não perdeu seu foco de atuação, lutando sempre pela JUSTIÇA SOCIAL, e pelo povo mais oprimido.
Com a perseguição do governo militar aos partidos políticos, movimentos sociais, estudantis, sindicais e etc., ocasionaram o aparecimento de grandes lacunas quanto a luta por esta justiça no Brasil, pois seus atores principais estavam sendo perseguidos no país; assim, D. Helder intensificou seu trabalho para completar o vazio ocasionado por essas ausências na sociedade, trazendo um Super Esforço!!
Dessa forma, fizeram com que ele adotasse atitudes de enfrentamento ao regime com o compromisso cada vez mais arraigado pela causa dos pobres, dos injustiçados e dos perseguidos políticos, sendo nosso principal ator no exterior que manteve forte atuação nas denuncias quanto ao desrespeito aos direitos humanos que, infelizmente, regaram nossa sociedade naqueles anos de chumbo.
Agora tratando de sua luta pela justiça social (a bandeira que manteve firme sem recuar), atuou muito com a educação comunitária, empoderando o coletivismo para que a sociedade atingisse as transformações necessárias.
Criou a Pedagogia da Esperança, pois defendia que o catolicismo deveria ter uma maior responsabilidade social e não se preocupasse, apenas, com questões espirituais, pensando que a Igreja poderia seguir uma ordem social mais justa e voltada para o coletivo.
Ajudou na reformulação e reestruturação da Ação Católica (que, quando da ditadura, teve uma forte atuação por discutir e atuar junto aos problemas de base) e, claro, a criação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos no Brasil).
Esteve envolvido na criação de um projeto popular que foi responsável por grande alfabetização da população brasileira nos anos 60, mas abrangia, não só esse enfoque, pois preocuparam-se com uma educação integral para o desenvolvimento, na população, de consciência política, social e religiosa do estudante trabalhador, que os conduzia a enxergar a realidade que viviam e, a partir daí, transformá-la através de uma ação coletiva. 
A cartilha desse projeto que trazia a pedagogia se chamava: “VIVER É LUTAR”.
Essa pedagogia é embasada na CONSCIENTIZAÇÃO (processo de cunho político) e na ESPERANÇA (que é a “causa” precursora de um processo de mudança) e se deixou influenciar muito por Paulo Freire e a pedagogia do Oprimido.
Lembro de alguns revolucionários ligados também a igreja, que nos banharam com sua solidariedade e luta, a exemplo de Betinho, Frei Betto, Zilda Arns e etc.
E, não estamos mais numa ditadura militar, mesmo assim hoje li uma notícia que informa que o Frei Gilvander Luís Moreira, interlocutor do movimento dos sem teto e dos sem terras em Minas Gerais, sofre ameaças de morte por defender a justiça social, por intermédio da reforma agrária e habitacional do país.
Em reverência a D.Helder que lutou por esta América e pela liberação dos povos, e do quanto há de se fazer ainda, que renovemos nosso compromisso com o ativismo nesse país e estejamos em luta pela justiça dos povos!
... ah, gracias companheiro, SOMOS SEUS HERDEIROS!
astreia

sábado, 14 de dezembro de 2013

Paulo Freire...


Este querido ativista sagrado, nació en Recife el 21 de Setembre de 1921. Nos enseñó que hay otro tipo de educaçao. Pensaba que educar era transferir, depositar, e transmitir valores e conhecimentos... pensaba así... e ele llamaba a esto educação bancaria... en esta educação bancária, el "saber" es doado, por los que saben a os que no saben... o educador es siempre quien educa; o educando, el que é educado...
O educador é quien sabe; os educandos quienes no saben...
O educador é quien piensa; os educandos son os objetos pensados...
O educador é quien fala; os educandos quienes escutan dócilmente...
O educador é quien disciplina; os educandos os disciplinados...
O educador é quien opta y prescribe sua opçao; os educandos quienes siguen su prescripçao....
O educador é quien actúa; os educandos son aqueles que tienen a ilusión de que actúan...
O educador é quien escoge o conteudo programático, os educandos a quienes jamas se escuta, se acomodan a él...
O educador é o sujeto do proceso; os educandos, meros objetos...
Contigo aprendí... que existe otro modelo de educación al que tu llamabas educaçao problematizadora... e en esta educación, por el contrário, os educandos van desenvolviendo seu poder de captaçao e de comprensión do mundo que, en suas relaciones con ele, se les presenta no ya como una realidad estática sino como una realidade en transformación, en proceso... Esta educaçao se fundamenta en la creatividad y estimula a reflexión... A educação liberadora desmitifica constantemente a realidade... considera o diálogo como lo fundamental para el aprendizaje.... Despierta la creatividad. Estimula la reflexión y la acción sobre la realidad. Reforza o carácter histórico dos homens y das mulheres y los reconhece como seres en proceso, inacabados.... Apuesta pelo cambio sin tornarlo exclusivo... Se faz revolucionária... Presenta as situações como problemas a resolver....... Umaniza aos homens y as mulheres mediante a búsqueda do ser más en a comunión y la solidaridade...
Contigo aprendí... una frase que desde entonces se quedó grabada en mi mente, aunque a veces en a práctica diaria se me olvida (cada vez con más frecuencia): Ya nadie educa a nadie, así como tampoco nadie se educa a si mismo, las personas se educan en comunión, mediatizadas por el mundo.
Contigo aprendí... que la persona, en cualquier época y lugar del mundo, nace ontológicamente inconclusa, pero potencialmente "capaz de aprender a decir su palabra", es decir, de acercarse críticamente a la realidad.
Contigo aprendí... que la educación es "el llegar a ser críticamente consciente de la realidad personal, de tal forma que se llega a actuar eficazmente sobre ella".
Contigo aprendí... que "Concientización" es algo más que la "toma de conciencia", que incluye además el compromiso con la acción, con el cambio.
Contigo aprendí... que la educación con sus programas y sus métodos, debe consistir en hacer que la persona llegue a ser sujeto, que se construya como persona, que transforme el mundo, que entable con los demás relaciones de reciprocidad, que haga su cultura y su história.
Esto exige que seja una educaçao que libere y no que domestique... as personas somente poden participar ativamente en a história, en a sociedade, si descubren que pueden mudarla, crearla... esto requiere una toma de conciencia... en esto consiste o objeto primário de la educaçao... hay que provocar una actitud crítica, de reflexión que lance a la acción...
Paulo Freire, compañero, militante, activista sagrado, ser consciente de nossa Nación Pachamama...
l.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

“el Sol sigue alumbrando la lucha”


E quando o sol chega, seus raios iluminam os caminhos como uma flecha certeira, forte, intensa... entrando na Terra e dali forjando  a nutrição de nosso coração...
Inti, el sol....  Inti Peredo, nascido desde Cochabamba, terra boliviana... índia, canela!
Inti, um revolucionário que se “umedeceu” desde cedo, caminhando no Exercito Guerrilheiro do Povo, e depois da Liberação Nacional.
Subindo junto a utopia libertadora del comandante Che, lutou com ele e outros sonhadores do amor e da liberdade, nas serras bolivianas, hasta que Che fosse capturado.
Inti, como um raio indomável, saiu do cerco que derrubou muitos dos companheiros e chega ao Chile onde Salvador Allende (ainda senador) o aguardava.
E que passará agora? Che morto simboliza Sonho morto?
Inti volta a Bolivia depois de 2 meses, clandestinamente, sob perseguição do governo local e norte americano.
Em La Paz, escondido onde pouquíssimos companheiros sabiam de seu paradeiro, forjava o retorno da guerrilha para libertação da Bolivia...
E com o pior golpe que qualquer pessoa pode receber, foi traído.. e cercado por mais de 150 soldados contrarevolucionários, que buscavam um raio de sol!
O coração se engrandecer com  a vida de tão fiel latino americano, incansável pela luta da liberacion desta grande pátria de Bolivar!
Somos filhos de guerreiros incansáveis...
Subamos nessa guerrilha banhada pelo amor e liberdade e nossa herança seja reavivada... plenamente REaVIvada... lutando juntos e por todos....  sem nos derrubarmos pela queda de um irmão ou a traição de uma mão conhecida....
que o sentido da luta, do sonho, do companheirismo nos banhe, como o sol faz, e clareie a todos num fraternal mundo de loucos sagrados.
Por el Inti que nunca abandonastes a luta... nosso carinho e agradecimento!
Gracias Companheiro, gracias !!!

astreia


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Yo no canto por cantar ...


És como água bendita que chega e afaga a alma, beija o coração e libera meus sonhos para o encontro com o dos homens comuns, trabalhadores, gente simples...

Y  tiene corazón de tierra y alas de palomita… voo junto a Victor Jara, combatente de nossa América profunda,  simples...

em uma vida de pulsante criação, forjando versos que perduram em nossa memória, sonhos perdidos, sonhos vivos...

Para alcanzar las estrellas, que el canto tiene sentido cuando palpita en las venas..

E com a veias cheias de sangue efervescente, um devoto da justiça e do povo que sente pulsar dentro, bem dentro, o sonho pela liberação, essa liberação onde não há limites para dar voo a sua voz, poesia que canta, navega... voz brilhante, dançarina poética!

Ah companheiro, navegas nesses mares, não naufragastes.. 40 anos , tempo que dança entre versos e melodias junto aos corações, sensíveis americanos .. vivo na memória, vivo em mim...
Baila nacion pachamama, baila em nós Victor Jara... Venceremos companheiro!!
astreia


Yo no canto por cantar
ni por tener buena voz,
canto porque la guitarra
tiene sentido y razón.

Tiene corazón de tierra
y alas de palomita,
es como el agua bendita
santigua glorias y penas.

Aquí se encajó mi canto
como dijera Violeta
guitarra trabajadora
con olor a primavera.

Que no es guitarra de ricos
ni cosa que se parezca
mi canto es de los andamios
para alcanzar las estrellas,
que el canto tiene sentido
cuando palpita en las venas
del que morirá cantando
las verdades verdaderas,
no las lisonjas fugaces
ni las famas extranjeras
sino el canto de una lonja
hasta el fondo de la tierra.

Ahí donde llega todo
y donde todo comienza
canto que ha sido valiente
siempre será canción nueva.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Negro Sabino Navarro.....presente agora e sempre!

Querido Negro desde tu sangre, vamos haciendo todos juntos, la V de vida, de vendabales, que arrecian contra a hipocresía, con tu exemplo negrito, vamos cantando con la v, para triunfar! Vamos, con la de Valiente, con la de Victoria que con certeza chegará... Vamos todos vestidos de primaVera, patria obrera e de simples hasta el final! Conoci a este revolucionario a finales de 1970 en Córdoba, en un viejo cafe de la rua Dean Funes, alli se encontraban, todo tipo de fauna humana, de derecha, de izquierda, esotéricos, catolicos, iluminados, escritores, mas todos comprometidos con el pueblo, con la hora de luchar para libertar al pueblo... Una tard , de lluvia cinza, estaba con algunos bohemios alli, tomando un cafe e claro era el mas pequenino siempre, y no se porque magia me aceptaban, mas alli, en esa tarde conocí al negro sabin , en su corazon habia un fusil y una tacuara, en su corazon habia tanto amor, que me impresiono profundamente, su voz de negro simple e al mismo tempo, aguerrido. Os mas grandes falaban e discutian con fervor, de temas que casi ni entendia, mas como desfrutaba, e absorbía.... Recibi de ele una pregunta, que muito tempo, me ha acompañado....y luego lo mataron los mismos de siempre...mas, hoje no sei porque magia, porque ángeles de Pachamama, me lembré del querido negro sabino, y de una tarde que escuche a este joven revolucionario, combatir con la palavra, con la idea, con encendida memoria, hoy le celebro y pido a su amanecida alma, que ilumine nossos timidos ainda intentos de revolucion pacifica.... El negro habia nacido en un humilde lar de Corrientes, el 11 de diciembre de 1942, fue obrero metalúrgico, e comenzo miltando en la Juventud Obrera Catolica. E creció, como delegado sindical de smata...combativo e valiente, fue creciendo su consciencia militante...la juventud lo encontró como una flor liberadora! A traves del cristianismo militante, toma contato, con lo mejor de la juventud de esse momento, e junto a outros jóvenes comprometidos, dieron nacimiento a Montoneros. Todos coinciden en que era avasalladora su voluntad revolucionaria, y su ímpetu combatiente, siempre esqueciendose de si mismo, su ternura con todos, sua alegria e bom humor, e su dedicaçao a estudiar, e melhorar dia tras día. El negro Sabino, no provenia de una familia de burgueses, su padre era analfabeto, su militancia en el cristianismo era de barrio pobre y de compromiso con los trabalhadores. En invierno del 71 deciden los compañeros de Cordoba hacer un açao en favor de a luta de os trabalhadores de Fiat, e a policia los persiguen por una semana. Sem alimentos y con escasa muniçao, se internan con um compañero en las sierras de Cordoba, la policia lo busca por todos lados, el negro ferido, pide a el otro companero que siga solo que ele aguantaba e que se fuera, es encontrado luego de semanas con el arma en la mano, los ojos bien abiertos e morto obviamente..... Que olheabas negro?! El futuro seguro, sonhando, sonhando la revoluçao cristiana que tu coraçao anhelaba, la que esta sucediendo en tantos lugares agora...agora negrito....sonhabas con nós, con Nación Pachamama.... Este adolescente tuvo quiza una de sus primeras liçoes, de la boca de este obrero peronista, perseguido, que no se detuvo ante nada, que foi pueblo, barricada, e fue guerrilha e morte vibrante.....tuve esta liçao, e hoje siento a voz de liberaçao, dentro de mim esta pregunta que me fizo este companero sigue floreciendo, con as armas dos abrazos e devoçao se las paso.... DE QUEIN SOS HEREDERO?! les paso a os lectores, la pregunta que este hombre hizo a un jovencito, metiche e curioso, que tomo esta pregunta y la tuvo como propia e la ha ido desenvolviendo durante toda sua vida... De quein somos herederos!!? Cuando el sol se levanta sobre la sierras de Cordoba, hay un grito indio ainda ali, la de os antigos comechingones, e la del negro sabino que no entrego su vida, ni negocio, sino que dejo su sangue joven como mostra de determinaçao e compromiso....como un incendio de bravura e entrega a la revoluçao! Perdimos, a estos compañeros? los perdimos, ou eles han voltando en os novos revolucionarios, mas evoluidos, con consignas mas brandas, hemos alzados suas armas, e las hemos transformado en cançoes, en arte, en carinho por Pachamama, en casas de barro, en comunas camponesas, en familias espirituales, mas as banderas siguen siendo as mismas.... Querido Negro, mi simples homenagem es decirte que sigo caminando baixo a misma luz, e quisera decirte negro querido, que hoje sei de quein somos herederos ..... lucidor https://www.youtube.com/watch?v=ykDKoqJbJA0&feature=player_embedded#at=175

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Carlos Marighella ...




E o que é ser um latino brasileiro?
Nascer no povo, ser mulato, filho de anarquista italiano com negra filha de escravos.. uma mistura, baiana, latino, simples...  mas o importante “sentir-se legitimamente POVO”. Povo mulato, caboclo, miserável... povo cultural, forte,  esperançoso... e pq não acreditar em uma sociedade mais justa? Igual, comum, comunista? Carlos Marighella, camarada companheiro, sangue latino, forte, moreno.. suou nessa América brasileira e lutou com o povo para o povo forjando sua história nos rincões do mundo..  Desagregando e renunciando o que não mais representava, renuncia ao Partido Comunista após tanta luta e segue o caminho pela via clandestina, como sempre foi, independente, mas Umano, sem as mascaras intelectuais acreditando  caminhando pela revolução nas ruas, nas cidades, campos.. Marighella, emociono-me de me sentir co-patriota sua companheiro, audaz, amante, discípulo da vida entregue ao propósito utópico do coração dos grandes homens... gracias por sentir-te parte do plano de liberacion e intentar, com sua vida, plasmar o nascimento do novo homem e mulher.. esse é  o sonho companheiro...  Em devoção a luta devota popular,
astreia